Um livro sobre a fé que não grita, mas não solta tua mão.
O quarto estava escuro, mas ela não apagava a luz. Era medo de dormir ou vontade de continuar esperando? Ninguém perguntava mais. Ela falava com Deus em pensamento porque falar em voz alta doía mais.
Embaixo da cama, uma caixa de cartas que nunca mandou. Todas terminavam com a mesma frase: "Se o Senhor ainda me ouve, por favor, fique."
Ela não pediu mais milagres. Não acreditava mais em começos. Mas ainda dobrava o joelho. Era o corpo que lembrava como fazia. E isso bastava.
"Tem dia que você não acredita nem no que acredita, mas ainda assim ora. Isso é fé cansada. Isso ainda é fé."
"Ela dizia que estava bem, mas escondia as oracões na toalha do banho. Era a forma dela continuar."
"Não foi gritando que Deus respondeu. Foi no silêncio onde tudo doía, mas ela ainda estava de joelhos."
Esse livro não é de autoajuda. Não tem promessa de milagre. Tem confissão, solidão, e uma fé que ainda segura mesmo tremendo. Lê a primeira página. Se não te rasgar, fecha e esquece meu nome.
"Li escondida no banheiro. Parecia que alguém descreveu meu coração sem me humilhar."
— Camila R., 34 anos, São Paulo - SP
"Não é autoajuda. É abraço pra quem ainda está no meio."
— Eliane F., 42 anos, Recife - PE
"Chorei em silêncio. Foi como ter minha fé entendida sem precisar justificar."
— Patrícia M., 29 anos, Porto Alegre - RS
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